Quem há de saber a verdade.
Se ela nasce e morre constantemente?
Parada, inerte na nossa frente de olhos fugazes se somos cegos.
Se apresenta sorrateira, conquista e trás dúvidas.
Conversa conosco nas entrelinhas da vida e somos Surdos.
Não a entendemos, ela fala outra língua e estamos tão mudos para perguntar que ela se vai, esvai assim como veio.
Está no tempo conjugado bem a nossa frente.
É um ser preciso, precioso e rude.
Nos deixa pensativos duvidando de nossas Certezas e ao mesmo tempo convencê-nos a esquecê-la, pois ela é revoltada.
Trás revolução as nossas vidas e o que queremos mesmo é paz.
Não saber, não ver, não ouvir e não falar é mais cômodo.
Aceitamos calados suas suposições e desprezamos ela.
Ela nos persegue em tudo e em todos.
É Secreta e confidente de alguns.
Somos tudo neste mundo por ela que nos engana.
"Temos a arte para não morrer da verdade." - Friedrich Nietzsche.
JJr.
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