FotográficaMente II

quinta-feira, 28 de outubro de 2010
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Da beleza do céu e nuvens nordestinas,

verde mar com seus grãos de areia fina.
Do verde ainda cristalinas.
Ao longe gigante tubarão de metal e porto,
paisagens.
O Rei Sol sempre a bronzear de beleza
levando minha visão a velejar.
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JJr.


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| rede inerte |
| da planície asfalto abaixo  a natureza do homem |
| vaga-lumes em vastidão  pontos amontoados por todos lados |
| céu nublado nem um pouco estrelado |
| imóvel e paralisado fecho meus olhos a deitar-me |
| lentamente traz-me o balançado inconsciente |
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JJr.

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/ Da brisa folhagens dançam, \
/ mergulham livres de rumo gotículas. \
/ Queda natural prazerozamente refrescante, \
/ unificadas a superfícies espelham puro o engano a beleza de Narciso. \
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JJr.

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Imensidão quase que absurda,
encantaram a noite trazendo a luz dos olhos.
Nuvens e seus chumaços correndo atrás da brisa
sem destino,
escondendo as estrelas e sorrindo para Lua.
Numa felicidade lenta e contínua que nunca se dissipará
Lua brinca com seu arco de ciranda envolto a sí própria.
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JJr.